Tex Avery soube como poucos aproveitar os “limites” da animação (tendo consciência justamente, e como poucos, de que ela é ilimitada, de que pode-se fazer de tudo, ignorar a verossimilhança e viajar em um mundo a parte). No link, Who Killed Who?, minha animação preferida de Avery e que pertence à fase na MGM, seu mais criativo e artisticamente ousado momento.
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