Ótimo disco, apesar de em determinados momentos a banda dar passos maiores que as pernas conseguem. O melhor exemplo disso é United States of Eurasia, que poderia ser muito melhor se não tentasse obcessivamente ser grandiosa: encerrar com Nocturne Opus 9 No. 2 foi uma das coisas mais geniais que eu já vi, mas a tentativa de evocar o Queen é absolutamente constrangedora. Acho que The Resistence é isso: um disco que seria uma obra-prima se a banda não tivesse tropeçado em suas próprias passadas.
Eu não sou grande fã de Muse, gosto bastante de Origin of Simmetry e relativamente de Absolution, mas essa pretensiosidade e a busca, digamos, exaustiva pela superprodução, pelo pensar a música nos seus mínimos detalhes, me deixa muito empolgado com The Resistence.
Jornalista, Editor do site Cine Players, membro fundador e atual aposentado funcional do blog/site/camamesaebanho Multiplot e Assessor de Imprensa da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo de Erechim.
Grande álbum! E muito injustiçado.
Ótimo disco, apesar de em determinados momentos a banda dar passos maiores que as pernas conseguem. O melhor exemplo disso é United States of Eurasia, que poderia ser muito melhor se não tentasse obcessivamente ser grandiosa: encerrar com Nocturne Opus 9 No. 2 foi uma das coisas mais geniais que eu já vi, mas a tentativa de evocar o Queen é absolutamente constrangedora. Acho que The Resistence é isso: um disco que seria uma obra-prima se a banda não tivesse tropeçado em suas próprias passadas.
Eu não sou grande fã de Muse, gosto bastante de Origin of Simmetry e relativamente de Absolution, mas essa pretensiosidade e a busca, digamos, exaustiva pela superprodução, pelo pensar a música nos seus mínimos detalhes, me deixa muito empolgado com The Resistence.